Julgamento de Ama à porta fechada.
O Julgamento decorreu à porta fechada de modo a preservar a identidade da criança que terá sido vítima de maus tratos por parte da arguida.
Começou ontem, no Tribunal de Ponta Delgada, o julgamento de uma ama acusada de maltratar um bébé de seis meses, tendo abanado a criança provocando-lhe lesões internas.
As próximas sessões do julgamento deste processo, que conta com dezenas de testemunhas, vão continuar no dia 15 de Fevereiro, às 14h30.
Recorde-se que, de acordo com a acusação do Ministério Público a criança foi entregue à ama a 8 de Junho de 2009, quando tinha 5 meses de idade, e nesta altura não apresentava nenhuma patologia.
TAC e diagnosticados hematomas.
O bébé foi
Durante o período em que esteve ao cuidado da ama, o bébé rejeitava o leite, a cabeça começou a crescer de forma anormal, ficou sonolento, sem reacção e apareceram hemorragias intra-cranianas.
O Ministério Público considera que estes sintomas e doenças surgiram porque a ama terá abanado o bébé e, durante omperíodo em que esteve ao seu cuidado a criança deu entrada quatro vezes no Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, ficando internada durante cinco dias.
O episódio mais grave aconteceu a 21 de Julho, quando a ama contactou a mãe do bébé a alertar que este se encontrava, pálido, gelado, com muita sonolência e a revirar os olhos.
A mãe da criança chamou uma ambulância, para levá-la ao hospital, onde foi estabilizado e recebeu alta clínica no mesmo dia.
A 24 de Julho a mãe levou a criança ao hospital pois os vómitos continuavam. Aí foi efectuado um transferido, para a especialidade de neurocirurgia do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, inde esteve internado durante um mês, tendo sido alvo de duas cirurgias para colocar um aparelho que ajudasse à drenagem de liquidos do cérebro.
(Noticia retirada do "Açoriano Oriental) de dia 9 de Fevereiro de 2012)
Infelizmente estas situações ainda acontecem, revolta-me muito, mas mesmo muito saber que há pessoas capazes de fazer mal a um ser indefeso. Sou um pouco radical nestas situações e para mim não há perdão possivel a quem faz uima coisa destas. Ela merecia que lhe fizessem o mesmo até ficar com lesões também e merecia ficar na prisão o resto da vida sem hipótese de sair.
Se fosse com um filho meu (meu rico filho), eu acho que dava cabo dela, apanhava-a em algum sítio onde ninguém me visse e batia-lhe tanto, mas tanto e depois deixava-a lá a sofrer.
Que Deus me perdoe por pensar assim, mas esta mulher merece sofrer o resto da vida, para se lembrar todos os dias daquilo que fez a um ser inocente.


